Nos últimos 100 anos, foram tiradas algumas fotografias à criatura, das quais a mais famosa é a imagem de cima, tirada por um médico chamado Robert Kenneth Wilson em 1934. Cerca de 60 anos depois, Christian Spurling, que se encontrava às portas da morte, confessou que a foto era uma fraude e que na realidade se tratava de um modelo de uma serpente marinha feita com plástico e preso a um submarino de brincar. Segundo Spurling, a fraude foi uma vingança contra o jornal Daily Mail elaborada por Marmaduke Wetherell (Wetherell era sogro de Spurling), um produtor cinematográfico e caçador. Wetherell fora ridicularizado por esse jornal por investigar o caso baseado em provas falsas. Na verdade, a foto não foi tirada por Wilson, sendo o seu nome apenas utilizado para tornar a história mais credível.Em 1972, a caça ao monstro adquiriu um carácter mais sofisticado. Em Agosto desse ano, uma equipa de cientistas americanos da Academy Of Applied Science, usando uma forma avançada de câmara estroboscópica juntamente com um sonar, obteve imagens visuais e sónicas de um objecto existente no lago. Após subsequentes ampliações realizadas por computadores da NASA, surgiu a imagem do que parecia uma barbatana presa a um enorme objecto, talvez um animal de grandes dimensões. Encorajada, a Academia enviou outra expedição em 1975 e obteve mais provas. De acordo com o técnico de laboratório que efectuou a ampliação computorizada das imagens obtidas na expedição de 1975, existia uma fotografia “que reproduzia um corpo com um longo pescoço e dois apêndices curtos e grossos” (foto em baixo) e outra que “parecia mostrar um pescoço e uma cabeça…o pescoço era reticulado”.
A Academia efectuou outra expedição em 1976 mas nada foi encontrado. Em 1993, uma expedição realizada pela Discovery Communications descobriu que a população de peixes no lago era muito maior do que se julgava. 8 anos depois, a Academy Of Applied Science efectuou uma nova expedição, na qual se provou que o lago esteve ligado ao mar. Também foram descobertos novos organismos, desconhecidos até então pela ciência. Apesar destas descobertas, a comunidade científica mantém-se céptica. Grande parte dos relatórios, afirmam, não é digna de crédito e mesmo as melhores fotografias são demasiado ambíguas para constituírem uma prova. Assim, a controvérsia irá manter-se irresolúvel até que o monstro seja finalmente encontrado.
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