segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Cinema - O Melhor de 2008 (Parte II)

The Curious Case of Benjamin Button

Realizador: David Fincher
Argumento:
Eric Roth

Intérpretes:
Brad Pitt, Cate Blanchett, Julia Ormond, Jason Flemyng, entre outros

IMDB:
8.5/10 (Top 250)

Rotten Tomatoes: 72 %
Metacritic: 69/100



Gran Torino

Realizador: Clint Eastwood
Argumento: Nick Schenk
Intérpretes: Clint Eastwood, Bee Vang, Ahney Her, Christopher Carley, entre outros
IMDB: 8.5/10 (Top 250)
Rotten Tomatoes: 76 %
Metacritic: 72/100



Milk

Realizador: Gus Van Sant
Argumento: Dustin Lance Black
Intérpretes: Sean Penn, Emile Hirsch, Josh Brolin, Diego Luna, James Franco, entre outros
IMDB: 8.3/10 (Top 250)
Rotten Tomatoes: 92 %
Metacritic: 84/100



Låt Den Rätte Komma In (Let the Right One In)

Realizador: Tomas Alfredson
Argumento: John Ajvide Lindqvist
Intérpretes: Kåre Hedebrant, Lina Leandersson, Per Ragnar, entre outros
IMDB: 8.3/10 (Top 250)
Rotten Tomatoes: 97 %
Metacritic: 82/100

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Cinema - O Melhor de 2008 (Parte I)

The Dark Knight

Realizador: Christopher Nolan
Argumento: Jonathan e Christopher Nolan
Intérpretes: Christian Bale, Heath Ledger, Aaron Eckhart, Maggie Gyllenhaal, entre outros
IMDB: 9.0/10 (Top 250)
Rotten Tomatoes: 94 %
Metacritic: 82/100




WALL·E

Realizador: Andrew Stanton
Argumento: Andrew Stanton e Jim Reardon
Intérpretes (vozes): Ben Burtt, Elissa Knight, Jeff Garlin, Sigourney Weaver, entre outros
IMDB: 8.6/10 (Top 250)
Rotten Tomatoes: 96 %
Metacritic: 93/100


Slumdog Millionaire

Realizador: Danny Boyle e Loveleen Tandan
Argumento: Simon Beaufoy
Intérpretes: Dev Patel, Freida Pinto, Anil Kapoor, entre outros
IMDB: 8.7/10 (Top 250)
Rotten Tomatoes: 94 %
Metacritic: 86/100


The Wrestler

Realizador: Darren Aronofsky
Argumento: Robert D. Siegel
Intérpretes: Mickey Rourke, Marisa Tomei, Evan Rachel Wood, entre outros
IMDB: 8.7/10 (Top 250)
Rotten Tomatoes: 98 %
Metacritic: 81/100

sábado, 3 de janeiro de 2009

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

No Comments XXVIII (George Garratt)

A febre da BD pode levar a extremos. O estudante inglês George Garratt, 19 anos, contratou os serviços da empresa especializada UK Deed Poll para mudar de nome. Passou assim a chamar-se Captain Fantastic Faster Than Superman Spiderman Batman Wolverine Hulk and The Flash Combined. O nome do jovem integrou uma lista do Telegraph dedicada aos nomes mais ridículos do Mundo, onde surgem exemplos com a norte-americana Rhoshandiatellyneshiaunneveshenk Koyaanisquatsiuth Williams, nascida no Texas. Segundo o que o jovem afirmou ao Telegraph, a sua avó deixou de lhe falar.

Os Meus Livros
nº 70 Ano 7
Dezembro de 2008

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Feliz Natal !!!

Desejo a todos um feliz Natal e um óptimo ano de 2009.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Humor - Momento Zen XV

Aviso: O vídeo que se segue poderá diminuir a vossa inteligência. Não serei responsável por eventuais problemas mentais resultantes da visualização do mesmo. You have been warned !!!



quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Cinema - Jack Valenti e a história da MPAA (Parte V - A influência do sistema actual em Hollywood)

Em termos legais, o sistema de classificação é meramente voluntário. Os principais estúdios de cinema concordaram, no entanto, em submeter todos os seus filmes à MPAA, sendo poucos os produtores que contornam esse aspecto e os lançam directamente nos cinemas. A reduzida quantidade de filmes que não é classificada (designados por filmes “unrated”) tem muito poucas hipóteses de ganhar uma quantidade considerável de dinheiro. Mesmo que um estúdio submeta o seu filme à MPAA, isso não garante que não ocorram problemas na distribuição do mesmo e, consequentemente, a nível das receitas.

O principal problema nesse aspecto tem a ver com a classificação NC-17, que é carinhosamente apelidada “o beijo da morte da MPAA”. Os filmes com essa classificação (na esmagadora maioria das vezes, a classificação deve-se ao conteúdo sexual e não à violência) não podem ser publicitados em muitos mercados, não podem ser exibidos em muitas cadeias de cinemas e também não ser obtidos em DVD em muitas lojas.

Quando um filme é submetido a classificação e recebe um NC-17, os produtores do mesmo têm as seguintes opções: remover as partes mais “problemáticas” do filme do ponto da vista da MPAA (comprometendo no processo a liberdade criativa do realizador e/ou argumentista), submeter o filme a nova classificação (cerca de 15 % dos filmes são aprovados sem cortes após revisão) ou decidir lançar o filme na sua versão original (garantindo assim uma reduzida quantidade de dinheiro obtido nas bilheteiras).


Como podem perceber, a MPAA é uma organização muito poderosa e muito secreta. Os desconhecidos (em número e em identidade) que analisam os filmes têm uma enorme influência na maneira como esses são feitos, publicitados e distribuídos. Termino esta análise com um exemplo real de como a MPAA condiciona o mundo do cinema:

- American Psycho (2000) foi um dos filmes mais controversos do ano. O filme recebeu um NC-17 por conteúdo sexual (e não pela extrema violência → mais um exemplo de que Ebert e muitos outros estavam certos) e Mary Harron, a realizadora, disse que não ia alterar nada do filme. Contudo, pressionada pela possibilidade de “fecharem as portas” ao seu filme e o condenarem ao esquecimento e ao fracasso financeiro, Harron mudou de ideias e fez alguns cortes no filme. O filme recebeu mais tarde a classificação R e pode ser distribuído e publicitado sem restrições.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Cinema - Jack Valenti e a história da MPAA (Parte IV - As críticas ao sistema actual)


Desde a sua implementação, o mais recente sistema de classificação do conteúdo dos filmes tem sido bastante criticado por críticos de cinema, produtores e estúdios independentes:

- Roger Ebert já manifestou várias vezes a sua insatisfação com o sistema. Segundo Ebert, o sistema actual penaliza muito mais os filmes em que aparecem cenas de sexo do que filmes com cenas de bastante violência. Só assim se explica como filmes bastante violentos como The Passion Of The Christ e Saving Private Ryan tenham recebido um R e filmes menos “pesados” em termos de conteúdo e com várias cenas de sexo (Showgirls, por exemplo) tenham recebido um NC-17.

- Os estúdios independentes argumentam que a MPAA é mais “leve” na análise de filmes dos grandes estúdios. Dois exemplos referidos são Scary Movie (Miramax) e Orgazmo (produção independente): o primeiro filme continha cenas bastante ofensivas de humor de natureza sexual e recebeu um R, enquanto que o outro, ligeiramente mais leve em termos de conteúdo, recebeu um NC-17.

- Outra crítica bastante frequente diz respeito à mudança dos padrões de classificação. Filmes que nos anos 70 e 80 receberiam um R hoje recebem um PG-13, estando a MPAA a contribuir para alterar os padrões de violência e de sexo nos filmes. A consequência disso é que as crianças hoje em dia estão mais “habituadas” a certos níveis de violência e de sexo, níveis esses que eram considerados inadequados para as crianças das gerações anteriores.

- A MPAA também é criticada por atribuir a classificação R a filmes que contenham pouca linguagem obscena e que sejam, apesar disso, bastante adequados para adolescentes em termos de conteúdo. Um dos melhores exemplos é Before Sunrise (1995), do qual Roger Ebert disse o seguinte: “The R rating for this film, based on a few four-letter words, is entirely unjustified. It is an ideal film for teenagers”.